Quando fui ver a colecção Berardo, em Dezembro, deparei-me com um vídeo de Jakub Nepraš (não fixei o nome, só agora um amigo me recordou) e achei magnífico. A cidade desenvolve-se como uma ilha autonomamente, vai mudando a sua configuração, o seu aspecto, vai desenvolvendo como se fosse uma substância orgânica, nas ruas movem-se carros, pessoas, coisas como se fossem sangue, como se fossem seiva de uma planta.




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