Geométricas
Procurar as orgânicas, os movimentos espontâneos, isto é, compreender a natureza para depois demarcar na sua geografia. A construção também tem que ser uma desconstrução. É necessário reflectir e inflectir. Procurar está na essência da geometria. Resolver, encontrar o arco, ligar dois pontos, enfrentar um projecto e uma ideia, empreender uma lógica, um mundo.Arquivo de Dezembro, 2008
Takashi Murakami
Um outro Murakami. Retrata uma cultura pop, introduz uma perspectiva mais erótica e violenta da animação.
















Mão Morta
Mão Morta tem uma poesia intensa. Eu gosto especialmente deste grupo. Pela encenação, pelo espectáculo e pela palavra forte. Não dá tréguas.
Azul





1. Cor preferida de mais de metade da população mundial
2. Cor do infinito, do longínquo, do sonho: a) o céu, horizonte, ar b) romantismo (Werther e Novalis) c) azul acalma d) cor da evasão e) blues (melancólico, nostálgico) f) cor da noite g) Bares e álcool (em alemão, embriagado diz-se blau) h) a hora azul nos EUA é a saída dos escritórios (liberdade) i) as embalagens de medicamentos são, em abundantemente, em azul.
3. Cor da fidelidade, do amor, da fé.
4. Cor da paz (as grandes instituições internacionais UNESCO, ONU, Conselho da Europa).
5. Cor do frio, da frescura e da água.
6. Cor da aristocracia.
7. Cor do trabalho (os fatos de macaco são azuis)
(tirado do livro “Dicionário das cores do nosso tempo” de Michel Pastoureau
Avant Garde
A letra Avant Garde foi criada por Herb Lubalin em 1967 para a criação do logótipo da revista Avant Garde.


Herb Lubalin
Sugestão de Natal
A Teresa resolveu embrulhar algumas prendas com papeis de revista. O resultado é óptimo. Tendo em consideração o papel que se gasta nesta época, esta poderá ser uma solução para acabar com a nossa ambição de gastar o planeta. Para o próximo ano, irão ser todas as prendas embrulhadas em papel de revista.
Juan Munõz
Uma exposição a não perder em Serralves. A retrospectiva do trabalho de Juan Munõz considerado por ser um dos maiores escultores vivos. Gostei de ver as suas encenações, pareceram-me ser sobre a solidão. Pois as personagens das suas esculturas apresentam-se ao mesmo tempo acompanhadas por uma multidão e por vezes sozinhas, incógnitas, iguais a tantas outras. Por vezes parecem que gritam. A Teresa chamou atenção para uma situação: uma das personagens parecia que respirava, mas era a nossa batida do coração que fazia parecer esse movimento. A poética é impressionante, lúdica. Uma dos conjuntos de peças que gostei mais foi as telas pretas, desenhadas a branco, representando compartimentos vazios de casas, uma especialmente interessante, pois tem uma escultura, uma personagem a olhar para esse espaço vazio.








Um boneco entre bonecos
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Hoje quando fui ver a exposição de Munõz em Serralves. Num conjunto de esculturas, vi uma cabeçinha branca que se destacava no meio do cinzento das personagens. Lá estava Teixeira dos Santos, o nosso Ministro das Finanças com a sua comitiva.
Damián Ortega
Damián Ortega encanta-se com o processo de deterioração dos objectos, esse é o principal tema dos seus projectos “A criação e a aniquilação infinitamente repetidas: até que o tempo se esgote”
Sou Fujimoto
Hokkaido, japão, 1971. Exerce a sua actividade em Tóquio. Faz uma arquitectura com figuras de estilo muito fortes. Percebemos perfeitamente que questiona os conceitos, inverte e cria novas possibilidades.
http://www.sou-fujimoto.com/Top/index.htm












Estrelas de Natal – final
Por fim acabamos o nosso trabalho das estrelas de Natal. Os alunos ficaram contentes com os resultados. Os professores, mesmo os mais reticentes em relação a esta unidade, estavam radiantes, orgulhosos dos seus alunos. Só tenho pena de ter havido tanta resistência a determinadas unidades de trabalho, haver no processo tanta controvérsia quando alguma coisa corre mal: “vês, não te disse, isto é muito difícil para eles” “agora desenrasca-te”. Que perda de energia. Temos que saber aproveitar a nossa energia para outras coisas e não responsabilizar os outros pelas nossas falhas. E ter fé, acreditar na capacidade dos alunos aprenderem (da sua capacidade criativa) e a capacidade de sabermos ensinar. Mesmo nesta nova era “semi-mediaval” em que a escola é desvalorizada.















