As suas pinturas (neighbors) parecem tranquilas maquetas. Se olharmos com mais atenção existe algo de profundamente dramático e inquietante nestas “lindas maquetas”. Algo está para acontecer, um crime. Transparece o silêncio, a solidão, o individual na aparente colectividade. Coloca-nos no papel de um “Big Brother”, alguém que espreita a vida dos outros, a pequena vida dos outros, visto que tudo é miniatura.









Geométricas
Procurar as orgânicas, os movimentos espontâneos, isto é, compreender a natureza para depois demarcar na sua geografia. A construção também tem que ser uma desconstrução. É necessário reflectir e inflectir. Procurar está na essência da geometria. Resolver, encontrar o arco, ligar dois pontos, enfrentar um projecto e uma ideia, empreender uma lógica, um mundo.Amy Bennett
8 Comentários »
Não teremos que ir além do óbvio?
A mim tb me causam aquela sensação mista provocada pelos filmes de terror quando são vistos de dia (dão mais para rir do que assustar). Acima de tudo, estas pinturas, penso que nos dão microcosmos- a distância que vai da cama/cadeira ao fundo jardim- ou melhor, existências “vazias” muito bem pintadas; o triunfo da banalidade.
É um direito sentimental.
O óbvio e, obviamente o q quer q seja.
Desde q a agressão não transgrida os direitos humanos.
Há que ler muito mais.
Do pouco q sabemos a.C., até este segundo, minuto, hora d.C.
Aquela Idade das Trevas aos dias d’hoje:-
Guilhermo Vargas?
É preciso não esquecer a psicopatologia…
Ou/e então a definição de Arte.
Há por aí mt confusão, oportunismo e divagação. Outra categoria de «máfia» diluída a tentar e ousar fingir «as artes».
É ! De uma terrível acutilancia e, quem pode chamar Arte áquilo?
A escrita perde a ingenuidade,qd unimos as letras. Foi o que nos aconteceu.
Tb estava a defender o Amy Bennett. O que me incomodou foi a frase do dia 23 «o triunfo da banalidade», embora hoje a tenha traduzido de um outro modo. As várias leituras da comunicação, directa ou indirectamente.
Mais pinturas que procurei do Amy, continuaram a sensibilizar-me. Obrgd.
É ! De uma terrível acutilancia e, quem pode chamar Arte áquilo?
Melhor pensando, todos deixámos morrer o cão. As petições nunca chegam a tempo.
A escrita perde a ingenuidade,qd unimos as letras. Foi o que nos aconteceu.
Tb estava a defender o Amy Bennett. O que me incomodou foi a frase do dia 23 «o triunfo da banalidade», embora hoje a tenha traduzido de um outro modo. As várias leituras da comunicação, directa ou indirectamente.
Mais pinturas que procurei do Amy, continuaram a sensibilizar-me. Obrgd.
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Teem sem dúvida um lamento, um pedido de transferência espacial…