Nunca mais esquecemos Bebe

bebeNuma viagem improvisada ao norte de Espanha de carro e em campismo, ouvimos bebe. Essas foram as melhores férias que tivemos até hoje, pois tínhamos acabado de chegar de uma férias frustradas na Bulgária no mar negro num sítio cheio de hotéis onde as pessoas andavam de pulseiras para poderem comer e beber de tudo. Uma prisão, uma desilusão (para mim isto não são férias). Quando chegamos a Portugal resolvemos pegar na tenda e rumar a norte, sem destino. Foi maravilhoso, aconteceu um pouco de tudo de Corunha a Bilbau. Chuva, frio, calor e muita diversão. Foi um doce depois do amargo. Bebe ficou-nos na memória e na transpiração. Hoje ouvi na TSF, foi a primeira vez que ouvi em Portugal. Recomenda-se. Representa essa liberdade (neste caso foi as férias), mas todas as liberdades possíveis, das liberdades que reclamamos, já. Bebe como Manu Chao ou o Bossa Cuca Nova fazem parte desse movimento de afirmação regional na globalização, porque assumem a essência da sua identidade cultural, numa linguagem criativa e afirmam-se em formatos globais. São uma esperança porque fazem-me acreditar que é possível resistir a um planeta cheio de Michael Jackson, Madonas e Mickeys. Eu confesso que estou farto da morte de MJ, todos os dias ele está na tv.





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