Helena Almeida

100-11M
Cada vez gosto mais dos trabalhos de Helena Almeida. As imagens encenadas cria uma certa plasticidade do seu corpo. Um ritual primitivo. É evidente o carácter experimentalista na obra de Helena Almeida.
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Helena Almeida, Sente-me, 1979
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HelenaAlmeida - PinturaHabitada
HelenaAlmeida
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3 thoughts on “Helena Almeida

  1. Ainda este fim de semana fui ao Museu Colecção Berado ver a exposição “Arriscar o Real” (que recomendo mais pela narrativa que o curador nos proporciona do que pelas obras expostas, uma vez que já conhecia a maioria…) e lá estava mais um surpreendente trabalho de Helena Almeida, este eu não conhecia!
    A senhora tem mesmo uma trabalho muito consistente e tem imensa matéria para trabalho com os nossos alunos

  2. Uma colega minha, a Joana Ascenção, fez um documentário muito interessante sobre a Helena:

    <>

    Se o encontrares e tiveres oportunidade, dá uma espreitadela.. :)

  3. ..er… parte do meu texto não aparece no comentário.. :(

    a seguir a Helena é suposto ler-se:

    “Pintura Habitada”, primeira obra assinada por Joana Ascensão (…) é um filme sobre a artista plástica Helena Almeida. Mas dizer isto, que é “sobre Helena Almeida”, talvez seja abusivo, visto que a “biografia” está longe de ser o centro do filme – e o facto de raramente vermos o rosto da artista (nalguns planos, ostensivamente cortado pelo enquadramento) só amplia essa dimensão: não se quer retratar uma “figura”, quer-se expor o relacionamento entre a artista, o trabalho e a obra, ver de que maneira o corpo (as mãos, exemplo prioritário) “habita” a sua pintura, a sua fotografia, o seu vídeo. Ideia claramente sugerida, aliás, pela sequencia de planos iniciais (telas, câmaras, e não menos importante, luz), que traz para primeiro plano a importância dos materiais com que a arte é feita.
    A associação completa-se com a entrada em cena de Helena Almeida, como se as suas mãos e o seu corpo (em sentido directo e concreto) fossem o “material” que faltava, o material que unifica e dá sentido a todos os outros. O filme dá a palavra a Helena Almeida, recupera imagens antigas de trabalhos da artista, e conclui-se como uma proposta “didáctica”, séria e rigorosa.
    Luís Miguel Oliveira, Público, 22 de Outubro de 2006

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