Asterix – ponto da situação

Tem sido visto quase todos os dias, a última vez foi por mim hoje. Ele andava atrás de mim, seguindo o meu cheiro mas a 500 metros de distância. Chamei-o e ele fugiu.

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Jean-Michel Basquiat

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Jean-Michel Basquiat surgiu numa época onde a pintura (e as artes plásticas) vivem de uma cultura estética. Basquiat não fez cursos artísticos, jovem do bairro de Brooklyn, primeiramente pintava nas paredes e comboios como um graffiter. No entanto a sua obra é extremamente pictórica e não se pode dizer que é graffite. Está presente a violência das ruas, expressão marginal. Uma cultura muito pop, por isso encontramos muitas fotos em que Andy Warhol aparece com Basquiat.

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Visão Mundial

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Foi com muito orgulho e encheu-me de satisfação um e-mail que recebi hoje de Theresa Siqueira
” Olá
Sou Theresa Siqueira, trabalho numa organização não governamental Visão mundial Brasil. Junto com uma entidade estou acessorando um projeto com crianças menores de seis anos que envolve a arte e a segurança alimentar. estamos fazendo uma cartilha sobre os temas tratados e um deles foi sobre três autores que estavam no seu site.
Gostaria de pedir uma autorização para que pudessemos reproduzir na cartilha, citaremos a fornte do site. Segue em anexo o material
Theresa Siqueira”
Depois de pesquisar sobre esta ONG ainda fiquei mais satisfeito, visto o trabalho desenvolvido por estes voluntários. Já há muito que gostaria de fazer um trabalho de voluntariado com um carácter humanitário, como tal, além de permitir a utilização dos conteúdos, ofereci-me para participação em qualquer projecto desenvolvido por esta ONG.

Conteúdos solicitados:
https://geometricasnet.wordpress.com/2008/06/04/oscar-brenifier/
https://geometricasnet.wordpress.com/2008/05/30/maurice-barrett-porque-a-educacao-artistica/
https://geometricasnet.wordpress.com/2008/03/07/

Carta aos meus leitores

Peço desculpa por interromper os posts nestes dias de desaparecimento do meu cão. Ele leva algo de mim nos seus passeios por as zona rural de Aveiro e eu tenho algo dele dentro de mim. Enquanto não o encontrar não estou em mim, estou incompleto. Acho que o Asterix me está a dar várias lições de vida. Tenho encontrado muitas pessoas que me têm ajudado na busca. Conheço dois locais que ele frequenta, onde dorme, eu próprio vi-o ao longe mas não consegui apanha-lo. Várias noites que durmo muito pouco, acordo às cinco da manhã para o procurar. O que me dá animo é o facto de quase todos os dias alguém o vê. Ele não se aproxima das pessoas, mas sei que sofre na tentativa de encontrar o rumo a casa. Espero o encontrar rapidamente. Mando-vos o mapa dos locais onde foi visto, talvez me possam ajudar na procura. Desculpem esta interrupção nos posts, em breve estarei activo no blog. Tenho essa imensa esperança de me encontrar com o meu cão.

Operação pandemia

Sempre achei que todo este alarmismo à volta da Gripe A era absurdo. Parece que há mais mortes por ano nas gripes comuns. Eu acho ainda que já morreram mais portugueses em acidentes de automóvel, alguém deixou de andar de automóvel? Agora querem-nos impedir de dar beijos na escola. Que farão os adolescentes com desejos enormes de dar beijos? Já estou farto desta psicologia do medo. Eu acho que há algo ainda pior nesta paranóia da gripe A. Acho que vivemos numa época dos medos, o medo serve para submeter uma população ao poder. Não foi assim no passado?

Por onde andou o Asterix

Tenho algumas dúvidas que todos os locais que foi visto o Asterix tenha sido ele ou outro cão. Todos os dias paço por estes lugares. Exploro mais umas ruas e falo com as pessoas. Asterix está-me a fazer com que conheça bem o concelho onde moro. Espero encontra-lo brevemente, farei uma festa.

Velhas exigências num modernismo tardio

Manuel Alegre tem um texto no livro “Rafael” que ilustra um pouco o que vou dizer a seguir: “É a moral da tribo, só se é enquanto a ela se pertence. Então compreendes o principio das religiões orientais: cada um é tanto mais quanto menos é, quanto mais se demite da sua substância para se diluir numa substância alheia, um Deus, o absoluto, talvez o nada.”

Portugal sofre de um atraso civilizacional  crónico, não sou eu que digo mas os entendidos da matéria, porque eu sou professor e não entendo de nada. Mas os mesmos entendidos dizem ainda que não passamos pelo o processo de modernismo que muitos países passaram. Já o Antero de Quental falava da “Decadência dos Povos peninsulares” referindo-se a estes tristes lugares, claro que Espanha deu o salto, mas a nós agora estão-nos a pedir que passemos por este modernismo tardio. Nas nossas carreiras é-nos exigido que deixemos de “ser” para termos “perfil”. Como numa religião ou num partido. Mas este paradigma já foi ultrapassado em grande parte do mundo ocidentalizado, vive-se agora sobre outros modelos em que a afirmação da personalidade de cada um é importante. Nós estamos voltados para trás, por isso é que a avaliação docente não colou. Socrates está convencido que progride num caminho que é estreito, mas o que está acontecer é que estamos a regredir, existe o movimento das árvores mas elas avançam, e nós caminhamos em sentido inverso. Todos sabemos que podemos chocar contra algum outro veiculo?

Rua Carlos Relvas

carlosrelvasDos meus 1 a 26 anos vivi nesta rua. Havia três plátanos enormes que davam uma sobra maravilhosa. Havia centenas de crianças na rua a brincarem por isso era impossível ficar em casa a estudar. Havia aquela liberdade que as crianças de agora não a têm. Revejo a rua com alguma regularidade, quando visito os meus pais que moram perto. Há um encanto quando a revejo, o meu coração bate mais depressa. Agora tudo está diferente, sem os plátanos, sem o pessoal na rua. Havia o Bibi que era um líder da rua, assim como o Paulinho. Uma vez o Bibi saio com o carro do pai, um merecedes, não tinha carta mas ia fazer uns piões para umas estradas que não tinham transito, teve um acidente e ficou a parte da frente do carro toda destruída. Colocou o carro de costas na rua e o pai dele não deu por nada durante uma semana. Havia muitas histórias na rua. Ultimamente tenho encontrado pessoas de Santo António dos Cavaleiros que me fazem lembrar dos bons tempos.
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Blogue de Invenções Simão e Francisco

Estes meus dois ex-alunos têm algo de genial, são pessoas extremamente criativas, inventam coisas, constroem objectos, tem os seus cacifos extremamente artilhados e são a meu ver duas pessoas extraordinárias. Tive a sorte de os ter no jornal da escola de qual deram muito contributo. Por vezes chateiam-se nas aulas porque a escola não está adaptada a este tipo de alunos, estes não são passivos, tem bicho no corpo inteiro. Agora fizeram um blogue com as suas invenções. http://invencoessf.wordpress.com/

simãofrancisco