Sufjan Stevens


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Bicicleta & Arte 5

Bicicleta pintada por Keith Haring

imagem in http://subcults.wordpress.com/

 

Vitali Komarov  ”Bicicleta”

imagem in http://litteratour.blogspot.com/

 

Cabelo http://igualvoce.wordpress.com/

imagem in http://www.bikejuju.com/

 

Rafa Jenn

 

Samantha Hahn

imagem in http://mocoloco.com/

 

Sandra Hansen

 

http://notsofuckingpretty.tumblr.com/post/1056956507

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bicicleta & Arte 4

Robert Rauschenberg

imagem in http://www.globalgallery.com/

 

Robert Rauschenberg

imagem in http://www.flickr.com

 

Robert Rauschenberg

imagem in http://www.boston.com/

 

Salvador Dali

imagem in http://cerebroemexpansao.blogspot.com/

 

Willem de Kooning

imagem in http://i12bent.tumblr.com/

 

Matt W Moore

imagem in http://piubici.tumblr.com

 

Karina Gallo

 

Natalia Goncharova

imagem in http://www.sneakymagpie.com/

 

Gimena Garza.

imagem in http://rueda-libre.blogspot.com/

 

Monsieur Qui

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Bicicleta & Arte 3

Francis Bacon

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Karl Valentin

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Amadeu de Souza Cardoso

imagem in http://anaramalho.wordpress.com

Hans Hofmann  ”Mirage”

imagem in http://www.radford.edu/

Jean Tinguely

imagem in http://www.moma.org/

Edward Hopper

imagem in http://www.binbin.net/

Miltom Avery

imagem in http://oseculoprodigioso.blogspot.com/

Gabriel Orozco

Imagem in http://www.yatzer.com/

Lyonel Feininger

imagem in http://oseculoprodigioso.blogspot.com/

 

Leonardo Pineda

http://www.shotgun-review.com/archives/gallery_415/por_fuera_paintings_by_leonard_2.html

Bicicleta & Arte 1

Pablo Picasso

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Dada Max Ernst – Inauguração da exposição na Galerie au Sans Pareil, Paris, 2 de Maio de 1921

imagem in http://geracao-rasca.blogspot.com/

 

Jeffrey-Shaw

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Zenzo Siemendo – “lady fruit seller on a bike”

imagem in http://growingourown.wordpress.com

 

Jean Metzinger

Imagem in http://www.sai.msu.su/

 

Marcel Duchamp

imagem in http://jinsai.blogspot.com/

 

BLU

imagem in http://unurth.com/

 

Cruzeiro Seixas

 

Tadeusz Kantor

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John Heartfield

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Cornelis Guillaume Van Beverloo

imagem in http://art.findartinfo.com/

 

Margarita Cabrera

http://www.margaritacabrera.com

A Cigarra e a Formiga

A cigarra e a formiga (Projeto Gutenberg) in http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cigarra_e_a_Formiga

Acho a cigarra muito fixe. A formiga é uma trabalhadora incansável mas só faz contas e armazena, armazena, armazena. Nunca se diverte, tem medo do inverno. A Cigarra não! Canta e canta. Podemos dizer que o seu trabalhar é um poema. Quem nos contou esta fábula (Esopo e recontada por Jean de La Fontaine) contou-nos uma história de outros tempos. Agora, nestes tempos, quem canta todo o mal espanta. Vivam os cantores! Vivam os músicos! Vivam os artistas e os outros vigaristas! Vivam os poetas, os dançarinos e os equilibristas!

Há gente que leva esta fábula muito a sério, então mandam-nos fazer contas e outras coisas chatas e nós queremos é cantar e dançar. Um dia há de haver uma revolução para acabar com a chatice. Agora vou ter que sair daqui, fazer um trabalho chato que me mandaram, eu sou uma cigarra contrariada.

“Plaza de Armas, sete da tarde”

“Os homens jogam xadrez em dezenas de mesas sobre o coreto e à volta. A poucos metros, há contadores de anedotas em troca de moedas, há palhaços e mimos, há telescópios onde se podem ver as crateras da lua por trezentos pesos, há mesas desdobráveis de cartomantes com clientes a serem atendidos e à espera de vez, há fotógrafos à la minuta a apontarem para crianças montadas em cavalos de plástico,há pregadores a erguerem bíblias ao céu e a gritarem ao microfone, há vendedores de balões e casais de namorados, há mendigos estendidos pelo chão ou em bancos de jardim, há multidões que passam em todas as direcções. Sobre o coreto e à volta, os homens permanecem no seu mundo geométrico e invisível.”
José Luís Peixoto retirado do blog http://joseluispeixoto.blogs.sapo.pt/

 

Algumas fontes de alunos

São muitas as formas como se aborda a tipografia nas escolas. No entanto, por vezes, explora-se demasiado a técnica da quadrícula sem uma vertente criativa, pede-se aos alunos para copiarem as letras da quadrícula, no máximo são “decoradas” (termo que odeio). A letra utilizada como padrão é muitas vezes pouco elegante

Eu acho que as nossas crianças conseguem muito mais do que isto.

O que eu proponho é utilização de exemplos feitos (até por alunos), letras mais elegantes e que se dê oportunidade dos alunos criarem outras fontes, tal como fizeram os alunos do 6ºC , 6ºG e 6ºB na João Afonso de Aveiro:

Mais exemplos virão, os alunos estão a trabalhar nesta unidade, muitos outros alunos tem trabalhos dignos de designers. O Processo de quadrícula:

O processo de digitalização foi feito por mim, mas a concepção foi dos alunos, irei mostrar posteriormente a aplicação nas capas.

http://www.letterplayground.com pode ser um excelente meio de estimulo para a criação de letras.

Neil Young

Old Man
Old man look at my life
I’m a lot like you were
Old man look at my life
I’m a lot like you were

Old man look at my life
Twenty four and there’s so much more
Live alone in a paradise
That makes me think of two

Love lost, such a cost
Give me things that don’t get lost
Like a coin that won’t get tossed
Rolling home to you

Old man take a look at my life
I’m a lot like you
I need someone to love me
the whole day through
Ah, one look in my eyes
and you can tell that’s true

Lullabies, look in your eyes
Run around the same old town
Doesn’t mean that much to me
To mean that much to you

I’ve been first and last
Look at how the time goes past
But I’m all alone at last
Rolling home to you

Old man take a look at my life
I’m a lot like you
I need someone to love me
the whole day through
Ah, one look in my eyes
and you can tell that’s true

Old man look at my life
I’m a lot like you were
Old man look at my life
I’m a lot like you were

Uma grande mentira


Daniel Pink escreveu um livro ”A Nova Inteligência” de que já falei aqui. Vivemos uma grande mentira quando se fala da importância de se dar grandes prémios e remunerações afirmando que desta forma as pessoas trabalham melhor, as pessoas trabalham bem se forem desafiadas a tal. O que se quer é manter vários estratos sociais para permitir uma diversificação de consumos e assim manter um sistema que custa caro, pois existe pessoas a viver com muito pouco e quase sem dignidade. Daniel Pink demonstra aqui, através de um estudo do MIT que as pessoas trabalham em função dos desafios e não em função da remuneração.

Uma sala cheia de gente

Um dia pode sempre transformar o mundo. Dia 3 de Novembro pelo menos transformou o meu mundo. Foi no dia em que fomos à prisão ver José Luís, um libertado, o Peixoto de Galveias. José Luís Peixoto foi à prisão apresentar “Livro”, o mais recente livro que escreveu. Penso que com a entrada dele na prisão de Aveiro houve o inicio da grande fuga, a maior de todas.

São muitas as coisas que carregamos dentro de nós, por vezes reconhecem-nos apenas por algumas coisas. Por vezes reconhecem-nos pelas piores. Ninguém é só aquilo. Nós somos muitas coisas. Somos todos pessoas.  Depois contou um pouco a sua ligação com os livros numa vila em que pouco acontecia e havia pouco que fazer. Uma biblioteca itenerante com um motorista/bibliotecário que sabia aconselhar os livros.

Disse-nos como era importante escrever, libertador. Falou das suas tatuagens e como as pessoas às vezes são classificadas por parecerem alguma coisa aos olhos dos outros.

A Tarde foi na minha escola, e foi fantástico como José Luís Peixoto se relacionou com os alunos do 9º ano, a sua genuinidade, a sua franqueza atraio os alunos, criou pontes e ligações. “Como é possível um escritor já tão conhecido não ser um chato”.

A noite foi emocionante para o escritor, Aveiro na pessoa de Isabel Ribeiro trouxe-lhe um cheiro de Galveias e um pouco do seu passado, o percurso académico na escola primária, etc. Penso que este é mais um dos escritores que ficou fascinado por certas pessoas de Aveiro e quer regressar a esta cidade para completar tudo.

Para Aveiro é sempre bom receber este grande escritor, acreditamos nele, como acreditamos nos outros que nos visitaram e nos vão visitar brevemente, pois existe aqui uma Isabel Ribeiro que lança escadas, pontes e caminhos para que vá acontecendo  coisas por aqui.

 

 

“As Artes são vitimas desta mentalidade”


Ken Robison, assim como muitos outros, chama atenção a um problema grave da nossa sociedade, principalmente da forma como educamos as nossas crianças. Muitas das crianças são anestesiadas para poderem ir à escola, mas a escola não devia anestesiar, devia antes acordar. A quantidade de Ritalina e outras substancias semelhantes que as crianças com hiperactividade e défice de atenção tomam por dia é preocupante. Ao mesmo tempo a escola não está adaptada às novas circunstancias do modelo económico, vivemos sobre paradigmas do passado, principalmente de uma revolução industrial em que havia necessidade de criar técnicos para esse modelo económico. A Escola era uma espécie de fábrica e ainda o é.