Encontra o teu trilho, liberta a tua alma.

Ler é como andar de bicicleta, não poderá haver melhor analogia! Podemos seguir um trilho fácil, quase estrada sem grandes subidas, há muitos trilhos assim! Mas também necessitamos de fazer subidas íngremes, cheias de pedras, troncos, lama e descidas vertiginosas com regos de água, com pedras e muita areia, um trilho tipo “Crime e castigo” de Dostoyevsky , podemos atravessar o trilho com maior ou menor velocidade, podemos, por vezes cair nele, podemos, por vezes, pensar “porque me meti neste trilho?”, podemos até mudar de trilho a meio do percurso. O que interessa é encontrar o melhor trilho para chegar ao um “lugar”, não um lugar físico, esse pouco interessa, é mais que uma conquista, chegar a um desconhecido, um “lugar” inexistente no mapa e no GPS. Ainda me falta trilhar muitos caminhos, ainda me falta chegar a muitos “lugares”.

A falar nisso, hoje ainda não li nenhuma página, hoje ainda não calquei nenhum quilómetro!

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